Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de dezembro de 2016

TEORIA DA CRIAÇÃO






Venho desenvolvendo uma teoria da criação baseada no que aprendi ao longo da vida.
A criação bíblica nos apresenta: Adão burrinho, Eva maliciosa, Caim assassino... Desde o início dos tempos, os personagens não são frutos possíveis de uma bondade infinita que é Deus! Guerras, futricas, hipocrisias e outras crias... Olha que quanto mais eu vivo - e convivo -, mais amedrontada eu fico em relação às pessoas!
Somos tão preconceituosos que invertemos até a criação e o criador!
Concluo:
- Quem criou o homem foi satanás!
E Deus está até hoje tentando consertar!
Que tarefa!



Izaída Stela do Carmo Ornelas


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

ASSIM NASCEU O PRECONCEITO...




    


Nasci e cresci na mesma casa onde moro hoje, no centro da cidade de Divino-MG. Olhando para minha história, que é bem semelhante à história de nossa comunidade, percebi que enquanto ampliamos nossos horizontes, neles enfrentamos uma sucessão de preconceitos velados.
Quando comecei a estudar, conheci o grande preconceito que havia – se é que ainda não há – entre os moradores da Praça e da Rua Nova. Os alunos da Rua Nova sofriam bullying incessante e as crianças da Praça se acreditavam superiores! Meus avós maternos moravam na Rua Nova, minha mãe era da Rua Nova.. Eu não conseguia entender bem a coisa e me sentia dividida...
Mais tarde, visitando cidades vizinhas, confesso que muitas vezes tive vergonha de dizer que era de Divino, porque sempre alguém dizia ser aqui um lugar de assassinos, de arruaceiros, de caloteiros, etc. “Mata um por dia”, “mata pra ver cair”, “dá nó em goteira”, etc. Vergonha alheia! Quem nunca? Todo divinense tem um “causo” desses pra contar!
Morando no Rio de Janeiro, nos anos 1980, me sentia triste quando alguns cariocas ficavam “tirando sarro” dos mineiros, porque lá somos tomados por caipiras, tolos e avarentos. O que há de verdade nisso tudo? É que tomam uma parte pelo todo! Alguns mineiros são caipiras, mas não todos. E as comparações levianas continuam!
Quem nunca foi vítima de preconceito, afinal?
Acredito que assim se sentem os sírios que se refugiaram em diferentes países. No fundo, pelas costas e na maior parte do tempo, são rotulados por terroristas... Sendo que poucas pessoas se preocuparam em conhecê-los, antes de julgar. Não aprendemos ainda, mesmo já tendo sofrido – e muito - com o preconceito!
A ignorância é mesmo uma péssima companhia e o medo, seu pior conselheiro! Se forem más pessoas, o ‘pecado’ é deles. Mas que cada um de nós não carregue consigo o grande pecado de não reconhecer Jesus no próximo.
Fé e amor são linguagens universais. 



Bem-vindas as famílias sírias que escolheram nossa cidade para viver!
Paz a todos. Salam.



Izaida Stela do Carmo Ornelas


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

RESPEITAR É PODER





Não devemos – e não podemos mais – lutar enquanto minorias.
Direitos das mulheres, dos negros, dos gays, dos índios... Tudo recortado, não funciona. Fraciona o poder. E isso é tudo o que o capitalismo/materialismo quer. A divisão de trabalho é lucro desde sempre; a divisão do trabalho revolucionário continua sendo lucro...
Até hoje é difícil compreendermos a lição das varas que, juntas, não podem ser quebradas. E também aprender que somos iguais, mesmo separados por aparências: somos HUMANOS.
Injúria racial, delito sexual, homofobia, bullying... Muitos nomes para o mesmo crime: desrespeito. Muitas consequências para as mesmas causas: orgulho, prepotência, inveja, cobiça...
É crime contra o humano qualquer desrespeito à materialidade ou à espiritualidade deste.
Estamos, na verdade, falando de RESPEITO. Ou melhor, da falta dele. Com ele não são necessárias leis específicas, dividindo, mas ações que unam a sociedade em torno de algo maior que essa coleção de picuinhas e grupinhos fechados em si, com a voz sufocada.
Se é crime o racismo, por analogia, entendem-se como crimes equivalentes o deboche religioso, a ditadura da magreza, o machismo das propagandas de cerveja, a homofobia, as piadas de louras, a discriminação contra os nordestinos... A lista é grande.
Aqui um aparte: não se trata de exageros. Senão, do jeito que vai a coisa, a Sociedade das Lombrigas vai eleger seu representante no Legislativo e aprovar uma Lei contra os vermífugos, porque as lombrigas têm direito à vida. Tá rindo? Vai ver o Filme Sete anos no Tibet, com Brad Pitt, e depois me conta... O povo de lá respeita as minhocas! Juro! Vai conferir e depois comenta aqui.
Continuando nosso assunto... Há pessoas com pobrefobia. Fazer o quê? Ainda não tem “enquadramento” legal pra esse tipo de preconceito. Será que dá cadeia? Cometemos crimes velados, sem punição legal/material. E a punição espiritual? Nem queiram saber. Melhor tentar corrigir, unir e evoluir!
Brincadeiras à parte, o caso é sério. Precisamos nos unir e brigar pela causa ÚNICA do RESPEITO. Não é mais tempo do Orgulho Gay, do Cangaço de Lampião, do Black Power ou do Women’Lib. É tempo do ORGULHO HUMANO.
Não estamos juntos, aqui e agora, por acaso.

Vamos pensar nisso = Fé.
Agir nisso = Obras.
Viver isso = Amor.

Feliz Natal! Mais feliz 2015!!!



Izaída Stela do Carmo Ornelas




segunda-feira, 10 de junho de 2013

A QUEM INTERESSAR POSSA





Quanto mais notícias eu leio, mais me confundo com as coisas...
Tenho lido nos jornais muita coisa a respeito de adoção de crianças por casais homoafetivos. Nos jornais a coisa ainda é respeitosa, na maioria. No facebook a coisa se desdobra em preconceitos dos mais variados. E eu fico, em meu coração de quase-jornalista, me perguntando:
- As pessoas que julgam e opinam ali já adotaram quantas crianças?
Vamos ouvir aquelas pessoas que se dedicam a acolher. Estas opiniões me interessam. Casais que adotam cinco, seis filhos... Pessoas que não tem tempo de ficar nos jornais, na internet, porque têm trabalho a fazer. Essas opiniões eu não li. Não interessaram a ninguém...
- O que as crianças abandonadas preferem? As maiorzinhas podem emitir sua opinião. O que elas desejam?
Não se pergunta nada aos maiores interessados. Aposto que os que atiram pedreiras não adotaram nenhuma criança. Como podem opinar sobre o que não viveram?
Posso imaginar a tristeza de uma criança que não tem pai, porque perdi o meu muito cedo. Assim como posso imaginar a alegria de uma criança abandonada que passa a ter dois pais ou duas mães, que passa a receber cuidados, atenção, amor. Conheço famílias em que irmãos assumem a criação de irmãos, famílias diferentes e que suas diferenças não fizeram seres menos humanos.
Aliás, é curioso que os valores sejam invertidos, convertidos, confundidos... A bicha má da novela é um sucesso, enquanto o casal gay que quer adotar é rotulado como mau. Nem o intervalo comercial me dá sossego: propaganda de cerveja se vale de atrizes que representam mulheres fúteis, tentando vender seu produto para homens (ou babacas?) e menosprezando a parcela feminina que poderia adquirir a marca. Mudei de marca! Mudei o canal!
Estou cada vez mais confusa, gente.
Também li no jornal de domingo (02/06) que o trabalho infantil não foi erradicado como os pseudo-benfeitores das crianças pretendiam. “Trabalho infantil expõe 1,9 milhões a riscos”.
- E a fome, o tráfico, o vazio mental?
Sempre fui encorajada a trabalhar, a conquistar minha dignidade através do meu esforço. O que há de errado nisso? Só estaria errado se eu deixasse de lado a escola ou deixasse de ser feliz em razão do trabalho. A criança que se orgulha de ter seu próprio dinheiro não é presa fácil para o traficante; quer crescer ainda mais, com o auxílio de boa escolaridade; geralmente não se torna vítima de depressão e outras doenças mentais. Sua autoestima é alta. O problema é que ela aprende a pensar suas relações de trabalho e seu sucesso termina por quebrar o círculo vicioso que produz votos no curral.
Ao longo da história tenho visto muitas incoerências, discursos hipócritas e torpes, disfarçando nossa preguiça em assumir nossos problemas. É muita lei sendo despejada em cima da gente, sem que nossa opinião seja levada em conta. Ou seja, não se pergunta nada a quem mais interessa... Eles decidem e baixam toda a sorte de maluquices “pro nosso bem” (sic.).
Vejo comentários, nos sites de relacionamento, sobre todo tipo de bolsa: família, crack, prostituta, detenção. Algumas nem sei se são verdades. Nem procuro saber. Não tenho mais uma pressão arterial que suporte essas coisas. Felizmente nunca precisei utilizar tais benefícios, mas se o fizesse, seria com a responsabilidade de realmente estar em condições de necessidade.
Pra cúpula, fica muito fácil:
- Dá uma esmolinha e deixa o mundo correr... Cuidar dá muito trabalho...

Quando nos deveria interessar apenas uma lei, mas essa ainda não cabe em nosso orgulho, nem em nossa vaidade. Trata-se de “amar ao próximo como a ti mesmo”.
Em suma, quando vemos ou vivemos alguma situação dúbia, devemos sempre nos perguntar: é interesse de quem? a quem interessa?


Izaída Stela do Carmo Ornelas

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

PRECONCEITOS




Li ontem que a maioria das cidades brasileiras não tem ações contra a homofobia, de acordo com o IBGE. E ouso dizer que também não têm ações contra quaisquer outros tipos de preconceito.
Dois mil anos depois de Cristo haver convidado aos “livres de pecado” a “atirar a primeira pedra”, as pessoas ainda parecem gostar de acusar, de apontar, de colocar o olhar e o indicador em direção do outro, para que melhor se esconderem na sombra de sua própria culpa, de sua tremenda ignorância. Tantas escolas, templos, rituais... e o ser humano ainda não consegue acender uma pequena chama no templo mais especial que o Senhor criou. Que templo é esse? O egoísmo e a vaidade nos levam a pensar que esse templo é o nosso próprio coração. Mas a verdade é: O TEMPLO MAIS ESPECIAL QUE O SENHOR CRIOU E O CORAÇÃO DO OUTRO. Isso mesmo. Só através do próximo é que nossas ações chegam a Deus.
Por que, então, discriminar? Por que tantas fobias: homofobia, xenofobia e outras mais? Fobia quer dizer medo. Medo do que não entendemos, não conhecemos e – pior – precipitadamente não respeitamos.
Racismo e homofobia são preconceitos previstos em lei, criminalizados. E temos por analogia que outras ações discriminatórias também o são, acompanhando a lógica da Ciência do Direito. Assim, discriminar o nordestino, o espírita, o afrodescendente, o homosexual, é crime. Crime inafiançável. Precisa ser assim até que a humanidade evolua.
Existe uma irracionalidade muito grande no crime de se discriminar um ser humano, concordam? É porque estamos discriminando nosso próprio semelhante em função de uma aparência, de uma exterioridade material que vai passar... Um caso interessante, que ilustra bem essa efemeridade, esse caráter passageiro do preconceito, aconteceu em Pedra Bonita. Os evangélicos de lá tentavam construir uma igreja, mas todo o trabalho do dia era destruído durante a noite! Isso aconteceu várias vezes! Hoje a comunidade evangélica de lá representa uma grande parte da população, uma quantidade expressiva de pessoas. O preconceito serviu pra quê???
Por isso me sinto muito à vontade até pra brincar com esses estereótipos. Se me chamam de macumbeira, de pichuim, acho até engraçado... Às vezes chamo algum de meus filhos de, sem problemas. Carinho e respeito acompanham sabiamente as palavras.
Entretanto, confesso que tenho um preconceito muito grande em relação ao caráter das pessoas. Alguns políticos, alguns cidadãos sem noção, amigos do alheio, pessoas sem ética, são por mim evitados, confesso. São pessoas que trazem – e levam – o mal em si, contagiando tudo o que não esteja orando e vigiando. Nesse grupo não me importa se estão incluídos heterosexuais, homosexuais, religiosos de qualquer denominação, brancos, pretos, ricos, pobres...
Lendo novamente a informação do IBGE percebo que a maioria das cidades não tem uma sociedade educada, respeitosa, solidária...
E nós, habitantes destas cidades, temos um desafio muito grande. Precisamos catalogar as pessoas de uma nova categoria: AS PESSOAS DE BEM!

 Izaída Stela do Carmo Ornelas

sábado, 26 de maio de 2012

A VERDADEIRA FACE DO ESPIRITISMO





Após diversas indagações informais acerca do espiritismo...

Duas máximas se destacam na filosofia espírita: “Fora da Caridade não há salvação” e Amai-vos e instrui-vos”. Caridade plena é a expressão maior do amor a Deus, que habita em cada irmão. Amar e instruir são ações simultâneas, que têm como objetivo nossa construção moral através da humildade.

Em primeiro lugar, o espiritismo ensina o amor a Deus e ao próximo, conforme os ditames de Jesus. Assim, a prática e o respeito ao Bem se apresentam como forças incondicionais para a existência - e evolução - do ser humano. Além de ser um dever-direito garantido pela Constituição, o respeito a toda e qualquer expressão do Bem, é o grande distintivo entre o racional e o irracional, destacando o homem dentre outros animais.

Em segundo lugar, a ética espírita nos impede de evocar espíritos. Chico Xavier afirmou certa vez que “o telefone toca de lá para cá”. As várias cartas consoladoras que ele psicografou exemplificam esse fato. Por consequência, tem-se que a maioria de nós já ouviu relatos de alguém que tenha visto algum espírito, independentemente de sua vontade de ver. Assim, o fenômeno das comunicações e aparições, para nós, passa a não ter tanta importância... Importa a caridade, a evolução, o amor...

Porque, em terceiro lugar, o que importa mesmo ao verdadeiro espírita é o fenômeno interno, de sua reforma íntima. Partindo de uma reforma de si, adquirindo valores e virtudes, o homem estará melhor capacitado a melhorar o mundo, porque melhorou a si mesmo. E se tornará agradável a Deus.

De acordo com Alan Kardec, “reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações.” O espírita apenas pretende fazer de si uma pessoa de bem, do Bem.

Uma casa espírita, finalmente, é muito parecida com uma escola: livros, mesa, cadeiras, quadro de giz. Não tem imagens, nem instrumentos musicais, nem incenso. E uma reunião se parece com uma aula. Na verdade, é uma aula para aprendermos a praticar e vivenciar as lições do Cristo.

Palavras de Jesus: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”.

Do preconceito e da injustiça, inclusive!



                               Izaída Stela do Carmo Ornelas


domingo, 9 de janeiro de 2011

Atire o primeiro DVD...




Quanto tempo se passou, desde que o mundo é mundo!
Mas, fora a tecnologia, continuamos os mesmos.
Temos computadores, celulares, satélites. E os mesmos dilemas!
Problemas de viver - homens e mulheres - consigo mesmos. Problemas de viver em família e em comunidade.
Mais fácil nos declararmos perfeitos e colecionarmos pedras em defesa própria!
Assim era desde sempre.
Só uma coisa mudou: desde que o Cristo desafiou “atire a primeira pedra”, muitos outros objetos se prestaram, ao longo do tempo, ao papel de pedra.
Hoje, em Divino, desafio: “atire o primeiro DVD”!
Aquele que não tem culpa por debaixo do “rabo”...
Aquele que agradece a Deus porque pensamentos não têm som...
Aquele que ainda não varreu nenhuma sujeira de família para debaixo do tapete...
Aquele que é virtualmente perfeito...
Ou aquelas, também...
É humano o brincar, mas não o humilhar.
É humano comentar, mas não se aproveitar.
Existem ações e situações diabólicas.
Meu Deus!
Como quem guarda um retrato, um casal resolveu guardar uma imagem do quanto se amaram.
Talvez ainda se amassem, não fosse a invasão e difusão de sua intimidade!
A tecnologia – a serviço de pessoas vazias - está influenciando a moral, o comportamento, a arte e a vida!
Se Romeu e Julieta tivessem uma câmera a sua disposição, o que seria de Shakespeare, afinal?
Os suspiros românticos terão que sentido, no século futuro?
Quanto vale o show? Quanto custa o DVD?
Ainda bem que o tempo vai passar...
Os homens, entretanto, não serão muito diferentes.
Apesar de todos os esforços de religiões e de filosofias.
Se quiser mesmo ferir, não atire pedras, mas homens!


sábado, 26 de junho de 2010

Bullying na escola: errando onde é preciso acertar


Muito antes do termo bullying ser utilizado, o preconceito nas escolas já se encontrava em estado de ebulição.
Por ter cabelo afro, sofri bastante esse preconceito. Na escola tinha os mais variados apelidos: desde o tradicional “bombril” até o original “pichuim doidado”, passando por “nega do cabelo duro”, conforme o comercial ou a música que estivesse fazendo sucesso na época.
Lembro de uma ocasião em que as professoras estavam inspecionando o cabelo dos alunos para identificar os que tinham piolho. Eram atendidas duas crianças por vez, numa salinha a portas fechadas. Em fila, esperávamos nossa vez. Saía um para a sala da direita: estava com piolho, recebia um pacotinho com inseticida e era mandado para casa, onde a mãe deveria aplicar o produto. Saía um para a esquerda: estava “limpo” e podia ir brincar no pátio.
Quando me chamaram, antes de que a professora olhasse meu cabelo, ouvi uma outra dizer:
- Hiiiii... Pode mandar direto para pegar o remédio!
Fui “examinada” e nada foi encontrado, porque minha mãe sempre teve muito capricho com essas coisas. Se olhassem meus olhos... Se olhassem meu coração naquele momento... Não contei nada a minha mãe, porque achei que ela não merecia sofrer a mesma tristeza pela qual passei. Aprendi a gostar de meus cabelos, de mim. Assumi com orgulho minha porção afro.
Quando me formei professora, o primeiro exemplo que eu jurei para mim mesma repugnar foi esse: o preconceito. E não guardei mágoa, nem fiz escova progressiva por muito tempo! Recentemente, exorcizando o preconceito reverso, estiquei as madeixas. Afinal, diferenças são apenas diferenças. Nada mais.
Nietzsche estava certo quando disse que o que não nos mata, nos fortalece. No meu caso, sai fortalecida: compreendi o quanto as pessoas que praticam o preconceito são atrasadas e precisam de ajuda! Infelizmente, muitas vítimas se recolhem, deixam-se abater, perdem sua autoestima e terminam emocionalmente “mortas”, por “fazer o jogo” do agressor.
Precisamos exorcizar o preconceito, que é o pai do bullying. A sociedade do estigma é a mãe...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...