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sábado, 20 de fevereiro de 2016

PEDRA - AINDA MAIS - BONITA



Foto: Vereador Humberto.


Fomos assistir à final do Campeonato Regional de Futsal, em Pedra Bonita, dia 5. Nosso time perdeu, mas nós ganhamos! Há quase trinta anos eu não ia a Pedra Bonita. Encontrei a cidade linda, bem cuidada. Revi amigos e fiquei muito emocionada com a acolhida tão carinhosa.

Meu filho Mário ganhou o troféu como segundo goleiro menos vazado. Quem diria! Quem diria que o Miguel fosse ter coragem de fazer um pronunciamento público! Quem diria! Foi mesmo uma noite de surpresas. E de muitas certezas! Muita diferença nas ruas, nas casas, no ambiente. Nenhuma diferença nas pessoas: José Norberto sempre na organização, como no tempo das festas na escola! A Zina de bom humor, com sua cerveja gelada na mão! Não dá pra citar todo mundo, mas todos estão no meu coração, tá? Fiquei devendo muitas visitas e talvez eu fique “aguada” por não ter tomado uma cerveja no bar do Ronaldo!

Tantas pessoas boas! Que ambiente gostoso!

Pena que não pudemos ficar mais tempo. Tempo... Tempo... Quanto tempo mais ainda vai se passar até que eu volte a Pedra Bonita? Não sei. Felizmente trouxe comigo a certeza de que lá as coisas boas vão continuar evoluindo, enquanto as pessoas preservam o que tem de mais precioso em si.


Até breve! 


Izaida Stela do Carmo Ornelas

domingo, 22 de março de 2015

APRENDENDO SEMPRE




            



Nos últimos meses, estive presente em velórios de amigos e parentes. No meio da comoção geral, comecei a observar o sentimento, a dor, a morte. Perguntei o que é que poderia aprender disso tudo...
Quando percebi a sinceridade em cada olhar triste, em cada abraço, entendi: é preciso fazer diferença na vida das pessoas. Presenciei a despedida – temporária – entre pessoas que tinham entre si amizade, carinho, afeto, solidariedade. Consolador. Gostaria que meu velório fosse assim: com meus irmãos verdadeiros, de vida, mesmo que poucos.
Por intuição providencial, lembrei-me das pessoas que não terão este capítulo bonito em suas histórias. Sim. Quem nunca ouviu um “já vai tarde!” ou mesmo um “vou soltar foguete!” quando o falecimento de alguém é anunciado. Credo! Será que me enquadro nesse conjunto? Melhor colecionar amigos do que criar inimigos.
Aprendi num livro de Chico Xavier, emprestado pelo Gésus, meu companheiro de trabalho, a seguinte estória: “Um rei mandou que seu filho reunisse soldados e deu a ele mantimentos e riqueza, para que ele destruísse todos os inimigos do trono. Ao retornar ao palácio, o filho do rei tinha feito Justiça em todas as províncias do reino, distribuído os mantimentos, beneficiado as comunidades com o trabalho dos soldados. Havia selado a paz em todos os lugares. Não havia destruído os inimigos, transformou-os em amigos.” Guardei com carinho o ensinamento.
Este conhecimento foi repartido com uma amiga, que estava incomodada pelo som alto de seu vizinho. Contei a estória. Aconselhei-a a torná-lo amigo, a conversar e esclarecer, pois o conheço bem e sei tratar-se de boa pessoa. O problema foi resolvido. Aposto que até os outros vizinhos, beneficiados pelo som mais baixo, ficaram mais felizes!
Assim, decidi escrever esta crônica para pedir aos leitores destas linhas que tirem um pouquinho do seu tempo para fazer uma prece em favor destas pessoas que semeiam a maldade, a maledicência. Quando aparece aquele irmãozinho do mal na TV, quando cruzamos pelo notório antipático na rua, vamos fazer uma prece para que os corações destas pessoas se abram para o bem. Quem sabe nossas preces serão atendidas?

Izaida Stela do Carmo Ornelas





sábado, 15 de novembro de 2014

UM DIA DE BORBOLETA



Um barulhinho estranho... Flap, tic... De onde vem? Procuro atrás do móvel. E novo flap me faz descobrir uma borboleta, dentro de uma moringa antiga. Como foi que ela conseguiu se enfiar ali? – pensei. Bom, o importante agora é que ela precisa sair dali. Como fazer?
- Ingrid, dá uma idéia, peço.
E começamos a sacudir o vidro, virar de boca pra baixo, levar para o sol... Talvez a claridade atraísse a bonitinha. Nada.
De repente, Ingrid me conta que esse tipo de borboleta vive apenas um dia.
Foi como se ligasse um botãozinho turbo na minha cabeça. Vinte e quatro horas apenas! O que faria eu se minha vida fosse resumida a vinte e quatro horas? E você, o que faria? Quais seriam nossas prioridades?
Começo a relativizar: se o tempo de existência da terra fosse reduzido a um ano, o ser humano teria surgido às 22:30 do dia 31 de dezembro. Uma curiosidade e tanto; uma lição de humildade para tantos! Qual seria o tempo da borboleta? Estaria já madura?! Daqui a pouco seria uma anciã...






Resolvemos por fim ao cárcere da jovem, destruindo o presente que ganhamos pelo casamento, em outubro de 1987. (Desculpe-me, Gracinha Oliveira, mas tive de quebrar. Quebrei com respeito. Juro. Sei que você vai me entender.)
Fora do vidro, a beleza dela nos encantou. E a lição ficou.
Que tempo vale mais? Que matéria vale mais, a borboleta ou o enfeite? Que atitude vai fazer diferença daqui a alguns anos?
Escolhemos preservar ambos: a vida da borboleta e a lembrança da moringa.



Izaida Stela do Carmo Ornelas



domingo, 12 de outubro de 2014

O DIA EM QUE A FILA PAROU





Tem sempre um dia na vida da gente... Aquele dia em que é preciso decidir o que é realmente importante...
Muitos destes dias passam despercebidos. Pena. Mas um dia desses percebi uma pessoa nova na fila. Um novo olhar me revelou uma pessoa já antiga em minha vida. Que surpresa! Na fila estava uma amiga que não via há quase trinta anos! E eu a reconheci no segundo olhar!
Parei a fila. Justifiquei:
- Quem de vocês tem uma amizade há mais de vinte anos, vai me perdoar. Quem não tem, vai me invejar. Kkkkk
Sai do guichê e fui abraçar minha amiga Edna Moreira. Amiga de infância, das férias no Rio de Janeiro, dos bailes da Portuguesa, na Ilha do Governador. Foi uma alegria indescritível. (E olha que ainda faltam três das irmãs dela pra reencontro. Rs.rs.)
Os clientes devem ter-se posto a pensar, espero... Alguns deles se emocionaram.
A fila parou. Ninguém reclamou. Acho que, se fosse eu lá na fila, agradeceria a oportunidade de presenciar um momento tão importante.
Confesso que me inspirei num personagem bíblico pra ter coragem de tal peripécia. Quando Jesus visitou Marta e Maria, Marta reclamou que estava fazendo todo o serviço, enquanto Maria estava escutando o Senhor. E o Mestre afirmou que Maria havia escolhido a melhor parte. Aprendi com ela. Escolhi a melhor parte: a amizade. A melhor parte - a parte espiritual - é aquela que nunca nos poderá ser tirada.
Mas isso não quer dizer que sempre acertei nas escolhas que fiz. Longe disso! Certa vez, uma amiga me procurou no trabalho e não dei a atenção que ela merecia, priorizando o lado material, o trabalho e a rotina. O remorso ensina, também. Enquanto isso, a vida nos proporciona novas chances para aprender.
Em nova oportunidade, é preciso fazer a melhor escolha. E dar o melhor exemplo. Voltei ao trabalho renovada. A fila anda.

Deus abençoe os amigos!


Izaida Stela do Carmo Ornelas

segunda-feira, 19 de maio de 2014

SILÊNCIO NO BLOG




Enquanto isso, meu corpo fala.
Problemas de saúde.
Psoríase, hipertensão, palpitações...
E a espiritualidade adverte: sintonize-se com o Bem, desacelere. Seja sua cura.
Há quase sete meses, tolerando um formigamento em metade da língua, durante as 24 horas do dia. Coisa de louco, travando a conversa, me fazendo falar esquisito...
Modere ainda mais a língua, é minha lição.
O punho machucado numa queda: modere a digitação... (rs)

Dilemas.
Decepções ético-políticas.
Parei até de visitar a Câmara, porque dói demais ver atos contra o povo, na casa do povo. Chega a ser depressivo.
Mais uma vez se apresenta a moral da história: aprenda que os outros têm o direito de serem o que quiserem. A prestação de contas tem a ver com o Pai. Não com você. Se não temem o Pai, paciência. Mas faça a sua parte.

Muito silêncio.
Como diz a música: “silêncio profundo, a menina dormiu...” E a Stela se foi.
A convivência está suspensa, adiada. A saudade toma seu lugar.
E os dias se sucedem... Até ontem.
Ouvindo o riso – o primeiro em muitos dias - da Gracinha, fiz uma prece em agradecimento a Jesus.
Só aí, um pouco, entendi: precisava aprender a agradecer.

Agradeço, primeiro, pela misericórdia de Jesus que permitiu esse riso. Depois, porque tenho pessoas a quem desejo o bem. E, finalmente, porque tenho o bem em minha alma.
Tenho Jesus, também.


Assim seja. Ou, se preferir, amém.


                Izaida Stela do Carmo Ornelas



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Empatia






Empatia é a ferramenta que nos faz respeitosos e altruístas. Pensar no outro pode ser uma boa maneira de descansar de si. Esquecer nossas limitações, nossa mesquinhez.

Enquanto escrevo este texto, minha filha vem me chamar e eu paro o que estou fazendo para dar atenção a ela, sem ansiedade, sem dilemas. Trata-se de escolher e dar prioridade a uma postura respeitosa em relação ao outro.

Já devíamos ter transformado em hábito o ato de respeitar. Afinal, há mais de dois mil anos, Cristo nos vem indicando o caminho: “ao próximo como a ti mesmo”. Se acontece com os maus hábitos tornarem-se vícios, os bons hábitos também têm a faculdade de se tornarem corriqueiros. Empatia exercitada todos os dias se incorpora a nossa rotina e passa a ser utilizada de modo corriqueiro, assim como qualquer outra qualidade que desejemos desenvolver em nós.

Aí se tornará desnecessária a autovigilância permanente. Enquanto isso, um bom começo nos é sugerido:



"Quando sozinhos, vigiemos nossos pensamentos: em família, nosso gênio; em sociedade, nossa língua..."  (Madame de Stael)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

ORAÇÃO FRENTE À PERDA



Com tantas tragédias acontecendo no mundo...
Com tantas tristezas espalhadas...
Na tarde que sucedeu ao Massacre de Realengo, um acidente de trânsito colheu Danilo, 21 anos, filho de minha amiga de infância. Recolhi-me em prece e escrevi uma oração, único consolo possível nestas despedidas.
Dedicada a Silvana Alves Frossard.

Senhor
Diante de Ti me encontro, como em todos os dias de minhas vidas. Foram dias por Ti contados. Marcados pelo Teu desejo de que eu melhore e evolua sempre.
Em muitos desses dias recebi alegrias, muitas delas proporcionadas pela pessoa que se foi, conforme a Tua permissão. Agradeço cada sorriso, cada bom momento, cada pedacinho de felicidade que o Senhor colocou em minha vida. Obrigada, Mestre.
Em outros dias, vivenciei tristezas. Por elas também Te agradeço, Mestre. Porque eu não seria capaz de reconhecer a tristeza, se não tivesse antes conhecido a felicidade.
Percebi mudanças no mundo e em mim, ao longo desses tempos. O que não mudou nunca foi Teu cuidado por mim. Novamente, obrigada.
Neste momento de profundo pesar e de insistentes lágrimas, meu coração recorre ao Teu amor.
Pai amigo, eu lhe suplico...
Me dê forças para enfrentar a dor, a ausência, a saudade, vencendo-as uma após outra, para a glória do Teu nome.
Me ensina a conviver com esses sentimentos tão contraditórios. Porque a perda é uma ilusão. O aprendizado virá e a Tua Verdade me libertará da revolta, da angústia, do desespero.
Afasta de mim o cálice da incredulidade, do desamor, da depressão, da inércia. E me dá de beber a ação, o amor, o trabalho. Que não me faltem a solidariedade, a compaixão e a caridade, que doravante serão meus companheiros.
Também permita que eu aprenda a me bastar, para não contagiar ninguém com minhas fraquezas, como Jesus crucificado se resignou em suficiente fé e paz.
Me ilumina para que eu possa reverter todo o meu sofrimento em exemplos, que vão fertilizar almas. Converta em lições  minhas feridas, minhas tragédias, minhas lembranças. E alcance os corações de todos através de minha triste história: fortalecendo os que se encontram feridos como eu e encorajando aqueles que possam impedir que outros sejam feridos da mesma forma que eu.
Me aqueça com a humildade, que me mostra o quanto sou pequena, frágil e dependente dos outros. E me vista de coragem, porque preciso estar junto aos irmãos que são pequenos, frágeis e dependentes de mim. Em Ti me fortaleço, porque só junto a Ti está o conhecer, o sentido, a Vida.
Põe em mim Tua mão e cura meus medos, minha falta de fé, minhas dúvidas. Cuida, quando eu tropeçar. Suporta minha lamúria. Acalenta minha vida.
Faz com que a força do Cristo me ampare e a duçura de Maria me conforte.
Por fim, me ensina a amar mais. Porque minha perda não significa um amor que se foi, mas um amor que ficou. Um amor presente, cuja beleza não pode ficar escondida. Que meu amor transborde e acolha, multiplique e floreça. Conforme a Tua Vontade.
Abençoa minha família, minha comunidade, meu país e nossa humanidade.
Para meus queridos que se encontram junto a Ti, beije-os por mim, Senhor.
Que sejamos todos sustentados na luz que de Ti emana.

Assim seja.

                                   Izaída Stela do Carmo Ornelas




quarta-feira, 30 de março de 2011

CULTIVAR A PAZ INTERIOR PARA MELHOR ENTENDERMOS O NOSSO PRÓPRIO MUNDO




Recebi nova reflexão da amiga Maria de Lourdes Siqueira da Silva, um grande talento de Divino. Fico muito feliz em compartilhar com vocês:



É difícil acreditar, mas é preciso mergulhar num mundo desconhecido para melhor entendermos nosso próprio mundo.
Simplificar a nossa vida.
Cultivar a pureza de nosso coração.
Pedir ajuda.
A paz é uma conquista daqueles que se amam.
Ao entrar no local de trabalho, faça uma oração em silêncio e cumprimenta a todos com alegria.
Sorria mais, relaxe, busque um cantinho dentro de você, porque não á somente o dinheiro que faz alguém feliz. O sorriso é o afeto sublime da própria alma que na manã renascente é também um sorriso de Deus.
O amor que devemos ter para com os nossos semelhantes nos encanta, suaviza a nossa alma e nos leva ao encontro do Criador.
É preciso que coloquemos filtros em nossa vida e ao recebermos as notícias de violências, de pessoas que maltratam seus filhos, notícias de sequestros, mulheres que são espancadas e mortas por seus esposos... Ao receber as notícias – sejam elas quais forem – analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para nossa caminhada.
No mundo em que vivemos nós encontramos muitos obstáculos; devemos ter fé, que é a mais sublime das virtudes. Mesmo durante as piores tempestades, é preciso cultivar a paz em todos os lugares em que estivermos presentes.
Não devemos manifestar em nosso rosto o espelho daquilo que dia a dia nos consome, mas ser pacientes e sofrer com calma, numa oferta de amor ao Santo Deus.
Cultivar a paz interior é o primeiro passo para promover a paz mundial.

Maria de Lourdes Siqueira da Silva.  

domingo, 13 de fevereiro de 2011

CONVERSA



Quando eu te falar em encontro, na sua mente, com certeza, algo muito vago aparecerá... E estará longe nosso alcance, enquanto diferenças saltam aos olhos.
Afinal, quando eu não sei o nome do personagem principal da novela das oito, te decepciono. Se você não sabe o preço do dólar, me assombro.
Nossa conversa não continua. Nos separamos sob aparente cordialidade. Nossos pseudocompromissos urgem.
E sentimos saudade do tempo e saudade de ter tempo.
Longe no tempo, neste mesmo espaço, nossas mães e pais conversavam animadamente e combinavam um grande almoço de domingo! As alegrias entre as crianças que éramos não nos servem mais: crescemos e somos egoístas a ponto de não proporcionar a nossos filhos a união.
Enterramos os hábitos de visitar e receber, sob o cansaço, a tv e a preguiça.
Se eu te perguntar qual foi a última visita que nossas casas receberam – caso a gente ainda se lembre – é provável que tenha sido um vendedor ou coisa parecida.
Também, tanto você quanto eu, não visitamos ninguém.
Se você me convida, não vou. Comodista e auto-suficiente, sento-me frente a esse computador idiota. Recolho-me à insignificância de meus trabalhos, enquanto as crianças assistem àquele novo desenho... Afinal, tenho de trabalhar para comprar novos DVDs, mais CDs.
Em sua casa a coisa apenas aparenta ser diferente: uma cerveja e um jornal te acompanham. Você se lembra de mim quando alguma notícia pode servir para encompridar nossa ‘conversa’. E os dias passam junto aos capítulos da novela.
Lembro-me de você quando vejo aquelas propagandas de solidariedade. Poderíamos ajudar muito. Sozinha, desanimo. Se te encontro, esqueço de falar... Esquecimento fútil, banal sintoma do estresse...
Na hora de dormir, minha prece te inclui porque você é divinense – e peço por todos meus irmãos de terra. Só aqui minha comunicação é eficiente! Mas a união fica restrita a um Deus, como se Ele não tivesse filhos...
Um dia vou te perguntar como é sua oração. Não. Afasto a idéia. Você vai tomar por invasão de privacidade.
Se você lesse essa crônica, faríamos tudo diferente?
Amanhã é domingo...




domingo, 23 de janeiro de 2011

Momento de superação



Strength and Courage

It takes strength to be certain,
It takes courage to have doubts.
It takes strength to fit in,
It takes courage to stand out.

It takes strength to share a friend's pain,
It takes courage to feel your own pain.
It takes strength to hide your own pain,
It takes courage to show it and deal with it.

It takes strength to stand guard,
It takes courage to let down your guard.
It takes strength to conquer,
It takes courage to surrender.

It takes strength to endure abuses,
It takes courage to stop them.
It takes strength to stand alone,
It takes courage to lean on a friend.

It takes strength to love,
It takes courage to be loved.
It takes strength to survive,
It takes courage to live.

May you find strength and courage
in everything you do,
And may your life be filled with
Friendship and Love!


Rose

http://members.virtualtourist.com/m/13719/




Força e Coragem

É preciso força para estar certo,
Mas coragem para duvidar.
É preciso força para se engajar,
Mas coragem para se postar alerta.

É preciso força para compartilhar a dor de um amigo,
Mas coragem pra sentir sua própria dor.
É preciso força para esconder seus problemas,
Mas coragem para mostrá-los e lidar com eles.

É preciso força pra se resguardar,
Mas coragem pra baixar a guarda.
É preciso força conquistar,
Mas coragem pra se render.

É preciso força para enfrentar abusos,
Mas coragem para detê-los.
É preciso força para agir sozinho,
Mas coragem pra confiar num amigo.

É preciso força pra amar,
Mas coragem pra ser amado.
É preciso força para sobreviver,
Mas coragem pra viver.

Que você possa encontrar força e coragem
Em tudo o que fizer.
E que sua vida tenha sempre
Amizade e Amor.

Rose.

Versão de Izaida Carmo.


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AMADOS MOINHOS PATRIOTAS




A quem possa interessar...

Estranho amar um lugar...
Com o mesmo amor reservado às pessoas...
Exato nas mesmas alegrias – e dores!
Na confusão daltônica de cores,
No surreal encontro de cheiros e sabores...
Amor que causa frenesi e arrepia.
Onde nenhum sentido, nem razão,
Bastam ou explicam:
Bizarro em seu desejo,
Latente em sua pouca coragem...
E o amor proibido tende a crescer.
Torna-se o próprio céu sobre nós:
É o escudo e o dragão
Em relação.
O estranho não compreende
E o comum não percebe facilmente
Que algo Divino acontece aqui.
A busca plena dos amantes,
Proibida e coagida,
Fornece luz enquanto viva.
O estranho – aí - percebe facilmente
E o comum despreza,
No fundo de sua ignorância,
A vida que essa luz lhe dá.
Na covardia do amante que sonha,
Aconchega-se o elemento fatal.
O amor estranho por um lugar
Perde-se em perigos anunciados
Centrados em ameaças.
O lugar fica triste
E o comum percebe, enfim:
A luz do amor se enfraquece
E o amor do nobre Divino não foi
Escudo bastante...
O dragão fortalecido
No hálito das banalidades,
No rugido da burocracia,
Na sordidez da corrupção,
Vence.
Estranho torna-se o amante.
O comum, novamente ludibriado,
Dá gargalhadas,
Enquanto o dragão lhe alimenta
E lhe deleita os sentidos.
Dom Divino jaz ao lado...
Seu amor estranho
Seria diamante dessa terra.
E os moinhos de vento,
Quixotescamente,
Os trituram sem cessar...

sábado, 13 de novembro de 2010

AMIZADE É A MAIOR HOMENAGEM

Recebi ontem um texto incrível, de uma pessoa batalhadora, amiga e sempre antenada com o futuro.
A amiga Maria de Lourdes Siqueira da Silva escreveu o poema a seguir em homenagem aos 80 anos da Escola Estadual Melo Viana, de Divino/MG.
Eu tenho a honra de veicular o sentimento e as idéias dessa professora tão querida, com ilustração cedida por Edson W. Carvalho.



O UNIVERSO DA ESCOLA
                                   Maria de Lourdes Siqueira da Silva
                                  

Escola Estadual “Melo Viana”
Grande e extensa para a geografia
Mas cabe inteirinha em cada coração
Numerosa, mas simples na realização
Caminhos variados. Mas amenos e floridos – cheios de paz e felicidades.
Escola – Reino da matemática
Onde todos sabem somar alegrias, diminuir tristezas, dividir amor, multiplicar felicidades.
É um reino musical onde todos sabem musicalizar as tristezas e cantar hinos à vida.
Ler na pauta do rosto a história de cada um
Decifrar os sonhos do outro na linha metódica do olhar.
Todos entram na ciranda da vida.
Atrás... adiante... cada um é o máximo daquilo que deve ser.
Um é presente do outro e hoje todos aqueles que estão aqui presentes recordam o passado através das doces recordações que hoje acordam em suas almas.
Saudade dos momentos felizes que passaram nesta Escola, desfrutando dos ensinamentos úteis e salutares dos abnegados mestres.
Fui aluna desta Escola e hoje como professora aposentada tenho orgulho pela grande participação a Comunidade Divinense.
Meus filhos e netos também estudaram nesta Escola e hoje se sentem realizados, pois ali eles receberam os primeiros ensinamentos para irem em busca de seus ideais.
Parabéns ao Diretor atual Edson Wander e aos diretores, professores e funcionários aposentados que merecem o nosso carinho pela sua dedicação.
Escola Estadual “Melo Viana” completando oitenta anos de existência!
Onde nosso passado hoje é um presente.


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