domingo, 7 de setembro de 2014

PROBLEMAS... PROBLEMAS...







Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza.
Foi só ficar pronto o asfalto na rua Honorina Barros que alguns indivíduos resolveram fazer suas lambanças. Ficam abusando dos cidadãos de bem e das autoridades de nossa cidade, empinando motos e dirigindo em alta velocidade pela rua.
Nunca vi Swian Zanoni ou Wanderson Vitor fazendo esse tipo de coisa! E olha que eles tinham perícia! Eles foram campeões de cidadania, meninos de boa criação. Quem tiver talento, que demonstre no lugar certo: nas pistas apropriadas. Rua não é autódromo!
Quer aparecer? Que não seja à custa de por em risco a vida de inocentes, idosos... Imagino os pais e as mães desses caras dentro da minha casa, ouvindo o som da velocidade, sabendo que são seus filhos ali, em carros e motos acelerados, se expondo ao perigo! É realmente assustador!
O perigo fica ainda maior quando, muitas vezes, não podemos andar pela calçada, invadida por carros estacionados sem a menor consideração pelo pedestre. Calçada não é estacionamento! Fico indignada quando vejo meu vizinho idoso, o Sr. Vicente, andando na rua, por causa desse tipo de falta de respeito ao trânsito, à lei e à vida.
Lanço um desafio: Quem tiver caráter, que demonstre. Quem tiver educação de berço, de pai e de mãe, que use! Mas quem sobrar desta lista precisa ser “educado” pela nossa polícia. Urgente!!! Antes que aconteça algo trágico!
A gente pensa que estes são problemas novos, que surgem com as novas tecnologias, com o “progresso”. Ledo engano. Nossos problemas são sempre os mesmos: impunidade e falta de educação.



Izaida Stela do Carmo Ornelas


domingo, 17 de agosto de 2014

A PROSPERIDADE DE JESUS




O vivente mais próspero que já habitou no planeta Terra foi Jesus de Nazaré.
Não teve propriedades; era dono de si. Existe maior tesouro? Teve Seu nome difundido por causa das suas ações e não pelo seu dinheiro. Existe melhor motivo?
E o Seu reino não era deste mundo. Porque este mundo é apenas um átomo do Seu domínio.
Dizia não ter onde recostar a cabeça, mas o sono justo que dormia o permitia descansar sem remorsos. Quantos milionários podem se dar a esse luxo?
Depositava seu tesouro espiritual nas mãos do Pai. Não se sujeitava ao mercado. Dava de graça tudo o que recebia pela Graça. Dividendos de sabedoria, luz, paz... Sem preço.
A riqueza de Jesus é fonte inesgotável. Porque Jesus não se vendia.
Ele nutria os espíritos de todos que tivessem boa vontade. Alimentava com o pão da verdade. Libertava os homens do vazio material. E ainda continua a nutrir, alimentar e libertar!
Não existe prosperidade maior. Porque, em resumo, a maior prosperidade é o amor: o melhor e maior patrimônio.

Izaida Stela do Carmo Ornelas







quinta-feira, 24 de julho de 2014

NUVEM NEGRA







Nuvem negra é, para muitos, uma expressão amedrontadora. Afinal, nuvens negras escondem o sol com maior facilidade. Adia-se a luz do sol. Nos desenhos animados, elas sempre acompanham as pessoas de mau humor!
Personagens reais também se fazem acompanhar dessa atmosfera. Há alguns dias, uma amiga me confidenciou a dificuldade que teve em desempenhar seu trabalho. Chegou mesmo a pedir demissão, por causa de uma “nuvem” dessas. Sua alegria incomodava a chefia/nuvem, ao mesmo tempo em que o bom relacionamento entre ela e a clientela atendida eram sempre alvo de inveja e ciúmes. No entanto, ela percebia o quanto era importante receber as pessoas – principalmente as - doentes com otimismo, com prazer (ela trabalhava no atendimento à saúde). Fora do ambiente de trabalho, sentiu-se aliviada: foi vencida pelos raios e trovões que a nuvem lhe dirigia. Assim como acontece com o tempo meteorológico, procurou um outro lugar pra iluminar. E, com suas características pessoais, encontrou rapidinho! Quem saiu perdendo?...
O parente, o colega de trabalho, o conhecido, o chefe, o vizinho, enfim... o tipo “nuvem negra” faz com que o dia esteja sempre entristecido. É pesado, ameaçador, deprimente. Impede muito crescimento.
Como será que estamos nos apresentando para nossos semelhantes? Somos nuvens negras ou esculturas de sonho no céu? E como perdemos oportunidades de receber luz do outro, expulsando o sol de novas convivências, de novos aprendizados!
Mas não podemos nos esquecer de que as nuvens de chuva sempre são escuras. É nelas que se esconde o sustento das sementes. São oportunidades para o exercício de posturas importantes: paciência, empatia, discernimento. Depende da maneira que as entendermos.



Izaida Stela do Carmo Ornelas





domingo, 29 de junho de 2014

A VERDADE DE CADA UM




Estamos num tempo de muitas indagações. Vivemos e convivemos com perguntas e respostas. E nossas respostas são, em grande parte, omissas ou medíocres. Mas qual seriam as respostas eficientes para nosso crescimento (moral, socioeconômico, pleno)?
Geralmente fazemos as interações erradas, nas quais nossa verdade aparece em plenitude.
Quando ouvimos que “Fulano foi operado”, na maioria das vezes, indagamos “de quê?”, quando a pergunta correta seria “como ele está?”. Vivemos especulando a vida do outro ou procurando agregar valores anos mesmos e à sociedade em que atuamos?
Em simples contatos com os outros, cotidianamente, demonstramos o quanto somos ainda atrasados e, por outro lado, o quanto ainda podemos melhorar. Isso mesmo: PODEMOS melhorar, se QUISERMOS.
Suponhamos que eu estivesse capinando o meio-fio em frente a minha casa, passasse determinada autoridade e gracejasse, perguntando "você está trabalhando na Prefeitura?"... Seria uma ação correta essa autoridade perguntar-se como poderia fazer para evitar que uma pessoa de “segunda idade” tivesse esse trabalho, afinal, a obrigação de promover essa ação não é minha... Mas não me custa nada – e ainda me ajuda a gastar algumas calorias! Antes que as más línguas se adiantem, deixo claro que este foi só um exemplo, um fato que inventei para ilustrar a ideia.
O que fazemos com as informações que nos chegam? Futrica? Maledicência? Bases para melhoria? Lições? Depende do modo que ESCOLHERMOS.

Existe uma reflexão na internet que sintetiza o que estou aqui tentando explicar, ela fala em reagir como Jesus.


A verdade de cada um é, afinal, um pequeno pedaço da colcha de retalhos que é nossa comunidade.
Que seja da melhor qualidade possível.

Izaida Stela do Carmo Ornelas



domingo, 8 de junho de 2014

EM TUDO, UM PROPÓSITO





Acredito que tudo o que nos acontece tem um propósito divino. O problema é descobrirmos qual é esse objetivo! Estou há uma semana matutando...
Na sexta-feira, 30 de maio, pela manhã, fui ao pronto socorro municipal com o ouvido entupido. Sempre fui muito bem atendida lá. Entretanto, naquele dia, eram quase nove horas da manhã e o médico ainda não tinha chegado! Mas tinha testemunhas! Tinha gente esperando desde as sete horas. Inútil insistir. Na volta para casa, vejo que uma jovem havia se acidentado de moto, no morro do sabão. Me solidarizei: - Tadinha dela, se precisasse de atendimento!!!
Trabalhei o dia inteiro com aquele incômodo terrível (tenho que trabalhar pra cumprir minhas obrigações e pagar meus impostos!) e retornei ao PAM às sete da noite. Tinha médico, enfim! A história segue... Mas não sei ainda qual o propósito Divino, que lição o Mestre deseja que eu aprenda com isso!
Fui diagnosticada com infecção nos dois ouvidos, com prescrição de dois antibióticos fortes: amoxicilina 500 mg e otosynalar. Passei o sábado – meu aniversário – brindando remédios, cheia de esperanças de cura. Domingo, segunda e terça não me trouxeram nenhuma melhora. Surda, lerda, incomodada. Preocupada, busquei um especialista em Carangola, que me fez uma lavagem, retirou cerume e me deixou curada! Que alívio! Era cera! Alimentada por antibióticos!
Estou intrigada: - Será que é tão difícil assim diferenciar o que é lesão por infecção e o que é cerume? - Se sou uma porca e não lavo bem meus ouvidos, pode ser... Mas o certo é que sou uma palhaça, porque pago meus impostos em dia, tendo que me sujeitar a uma situação dessas! Infelizmente, não sou palhaça sozinha. A situação é grave e o povo sofre.
Caso a intenção lá do Alto seja a divulgação do acontecido, para que sejam tomadas providências por parte das autoridades cabíveis, aqui se cumpre.
Se, por outro lado, os responsáveis resolverem “lavar as mãos”, peço a Jesus que não me deixe nunca dizer “eu avisei!”, porque pode ser tarde demais. Pode custar uma vida!


Izaida Stela do Carmo Ornelas



segunda-feira, 26 de maio de 2014

DIVULGAR O BEM




O melhor compromisso que um veículo de comunicação pode assumir, junto à sociedade, é a divulgação do bem.
Estamos todos cansados de tanto sensacionalismo, de tanta irresponsabilidade, de tanta mesquinharia. A exploração da miséria humana – em todas as suas dimensões – tem que ter limites! Senão, ao invés de estimular a evolução, estaremos incentivando o retrocesso, nosso retorno aos tempos da justiça pelas próprias mãos, do olho por olho, da barbárie. Precisamos fazer a nossa parte.
Acredito que toda notícia deve obedecer ao princípio do Triplo Filtro, ensinado por Sócrates: Verdade, Bondade e Utilidade. Acabo me perguntando: - o que é notícia? É a narração de um fato ou a execração de uma pessoa?
Alguns tristes acontecimentos, inclusive em Divino, me fizeram lembrar dos Circos Romanos, quando pessoas se reuniam pra assistir a espetáculos de sangue e morte, pedindo sempre mais, entregando pessoas às feras. Até os dias de hoje, os integrantes da platéia não se dão conta que essas pessoas - culpadas ou inocentes, tanto faz - são filhas do mesmo Deus que dizem honrar. Vão às redes sociais para vociferar a crucificação, o linchamento moral, o escárnio... Gostaria que fossem às ações de caridade das igrejas com o mesmo fervor!
É este o resultado de nossa cultura maniqueísta, pela qual só existem dois lados – o bem e o mal - e duas interpretações: bom ou mau. Essa tendência de simplificar as coisas é uma forma bastante perigosa de analisar.
Um pouco mais além, é necessário que a gente se pergunte:
- Para que vai servir essa notícia?
Aí a coisa fica séria...
Se for servir para destruir, melhor que não seja divulgada. Essa é a opinião de Jesus: “infeliz do homem por quem o escândalo venha”. Precisamos parar com essa mania de pedir sangue!
Numa rodinha de amigos, chega a notícia de que a fulaninha passou no vestibular pra medicina, em primeiro lugar! Rende dois minutos de comentário, quando muito. Se, por outro lado, o assunto for a “pulada de cerca” da fulaninha, são tecidas duas horas de comentários, insinuações, curiosidades... Haja maldade pra sustentar nossas línguas e mentes sem Jesus! E não é fácil mudar essas coisas em nós, visto que ninguém é perfeito. Não é fácil, mas é possível.
Quando nos percebemos assim tão longe do Criador, percebemos também que há um longo caminho a percorrer. Por isso, precisamos começar agora. O planeta inteiro vai se beneficiar da faxina moral que fizermos em nós mesmos.


Izaida Stela do Carmo Ornelas


segunda-feira, 19 de maio de 2014

SILÊNCIO NO BLOG




Enquanto isso, meu corpo fala.
Problemas de saúde.
Psoríase, hipertensão, palpitações...
E a espiritualidade adverte: sintonize-se com o Bem, desacelere. Seja sua cura.
Há quase sete meses, tolerando um formigamento em metade da língua, durante as 24 horas do dia. Coisa de louco, travando a conversa, me fazendo falar esquisito...
Modere ainda mais a língua, é minha lição.
O punho machucado numa queda: modere a digitação... (rs)

Dilemas.
Decepções ético-políticas.
Parei até de visitar a Câmara, porque dói demais ver atos contra o povo, na casa do povo. Chega a ser depressivo.
Mais uma vez se apresenta a moral da história: aprenda que os outros têm o direito de serem o que quiserem. A prestação de contas tem a ver com o Pai. Não com você. Se não temem o Pai, paciência. Mas faça a sua parte.

Muito silêncio.
Como diz a música: “silêncio profundo, a menina dormiu...” E a Stela se foi.
A convivência está suspensa, adiada. A saudade toma seu lugar.
E os dias se sucedem... Até ontem.
Ouvindo o riso – o primeiro em muitos dias - da Gracinha, fiz uma prece em agradecimento a Jesus.
Só aí, um pouco, entendi: precisava aprender a agradecer.

Agradeço, primeiro, pela misericórdia de Jesus que permitiu esse riso. Depois, porque tenho pessoas a quem desejo o bem. E, finalmente, porque tenho o bem em minha alma.
Tenho Jesus, também.


Assim seja. Ou, se preferir, amém.


                Izaida Stela do Carmo Ornelas



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