domingo, 23 de janeiro de 2011

Momento de superação



Strength and Courage

It takes strength to be certain,
It takes courage to have doubts.
It takes strength to fit in,
It takes courage to stand out.

It takes strength to share a friend's pain,
It takes courage to feel your own pain.
It takes strength to hide your own pain,
It takes courage to show it and deal with it.

It takes strength to stand guard,
It takes courage to let down your guard.
It takes strength to conquer,
It takes courage to surrender.

It takes strength to endure abuses,
It takes courage to stop them.
It takes strength to stand alone,
It takes courage to lean on a friend.

It takes strength to love,
It takes courage to be loved.
It takes strength to survive,
It takes courage to live.

May you find strength and courage
in everything you do,
And may your life be filled with
Friendship and Love!


Rose

http://members.virtualtourist.com/m/13719/




Força e Coragem

É preciso força para estar certo,
Mas coragem para duvidar.
É preciso força para se engajar,
Mas coragem para se postar alerta.

É preciso força para compartilhar a dor de um amigo,
Mas coragem pra sentir sua própria dor.
É preciso força para esconder seus problemas,
Mas coragem para mostrá-los e lidar com eles.

É preciso força pra se resguardar,
Mas coragem pra baixar a guarda.
É preciso força conquistar,
Mas coragem pra se render.

É preciso força para enfrentar abusos,
Mas coragem para detê-los.
É preciso força para agir sozinho,
Mas coragem pra confiar num amigo.

É preciso força pra amar,
Mas coragem pra ser amado.
É preciso força para sobreviver,
Mas coragem pra viver.

Que você possa encontrar força e coragem
Em tudo o que fizer.
E que sua vida tenha sempre
Amizade e Amor.

Rose.

Versão de Izaida Carmo.


domingo, 9 de janeiro de 2011

Atire o primeiro DVD...




Quanto tempo se passou, desde que o mundo é mundo!
Mas, fora a tecnologia, continuamos os mesmos.
Temos computadores, celulares, satélites. E os mesmos dilemas!
Problemas de viver - homens e mulheres - consigo mesmos. Problemas de viver em família e em comunidade.
Mais fácil nos declararmos perfeitos e colecionarmos pedras em defesa própria!
Assim era desde sempre.
Só uma coisa mudou: desde que o Cristo desafiou “atire a primeira pedra”, muitos outros objetos se prestaram, ao longo do tempo, ao papel de pedra.
Hoje, em Divino, desafio: “atire o primeiro DVD”!
Aquele que não tem culpa por debaixo do “rabo”...
Aquele que agradece a Deus porque pensamentos não têm som...
Aquele que ainda não varreu nenhuma sujeira de família para debaixo do tapete...
Aquele que é virtualmente perfeito...
Ou aquelas, também...
É humano o brincar, mas não o humilhar.
É humano comentar, mas não se aproveitar.
Existem ações e situações diabólicas.
Meu Deus!
Como quem guarda um retrato, um casal resolveu guardar uma imagem do quanto se amaram.
Talvez ainda se amassem, não fosse a invasão e difusão de sua intimidade!
A tecnologia – a serviço de pessoas vazias - está influenciando a moral, o comportamento, a arte e a vida!
Se Romeu e Julieta tivessem uma câmera a sua disposição, o que seria de Shakespeare, afinal?
Os suspiros românticos terão que sentido, no século futuro?
Quanto vale o show? Quanto custa o DVD?
Ainda bem que o tempo vai passar...
Os homens, entretanto, não serão muito diferentes.
Apesar de todos os esforços de religiões e de filosofias.
Se quiser mesmo ferir, não atire pedras, mas homens!


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AMADOS MOINHOS PATRIOTAS




A quem possa interessar...

Estranho amar um lugar...
Com o mesmo amor reservado às pessoas...
Exato nas mesmas alegrias – e dores!
Na confusão daltônica de cores,
No surreal encontro de cheiros e sabores...
Amor que causa frenesi e arrepia.
Onde nenhum sentido, nem razão,
Bastam ou explicam:
Bizarro em seu desejo,
Latente em sua pouca coragem...
E o amor proibido tende a crescer.
Torna-se o próprio céu sobre nós:
É o escudo e o dragão
Em relação.
O estranho não compreende
E o comum não percebe facilmente
Que algo Divino acontece aqui.
A busca plena dos amantes,
Proibida e coagida,
Fornece luz enquanto viva.
O estranho – aí - percebe facilmente
E o comum despreza,
No fundo de sua ignorância,
A vida que essa luz lhe dá.
Na covardia do amante que sonha,
Aconchega-se o elemento fatal.
O amor estranho por um lugar
Perde-se em perigos anunciados
Centrados em ameaças.
O lugar fica triste
E o comum percebe, enfim:
A luz do amor se enfraquece
E o amor do nobre Divino não foi
Escudo bastante...
O dragão fortalecido
No hálito das banalidades,
No rugido da burocracia,
Na sordidez da corrupção,
Vence.
Estranho torna-se o amante.
O comum, novamente ludibriado,
Dá gargalhadas,
Enquanto o dragão lhe alimenta
E lhe deleita os sentidos.
Dom Divino jaz ao lado...
Seu amor estranho
Seria diamante dessa terra.
E os moinhos de vento,
Quixotescamente,
Os trituram sem cessar...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PICUINHAS


A crônica deste mês me foi imposta pela sensatez.
Me senti obrigada a escrever, para oferecer aos leitores uma análise dos comentários dos últimos jornais.
Aqui escrevi o que li no coração dos divinenses. Todos estarrecidos.
Quanta picuinha! Ti-ti-ti, futrica, mau gosto...
Ao invés de irem “caçar serviço” e serem verdadeiramente úteis à comunidade, pessoas dos dois lados políticos preferiram se degladiar de forma inconcebível! Lêem o jornal não pra se informar, mas pra encontrar motivos pra suas picuinhas.
Pior ainda quando se escondem por trás do anonimato. São comentários absurdos! Tais pessoas se revelam à beira da irracionalidade, tamanha sua agressividade. Triste. Covarde. Irresponsável. Improdutivo.
Convido-as a suspender a polêmica e pararem pra pensar.
Durante o período em que cursei Comunicação Social, aprendi que um jornal é um veículo de divulgação de notícias. Deixar de fazer algo é notícia, tanto quanto fazer! Tudo que acontece ou deixa de acontecer merece registro. Imparcial.
O jornal informa o problema, dá visibilidade, serve como “voz” para o cidadão. Assim, perceber oportunidades na notícia é o que faz a diferença!
Quem muito se beneficiou desse conhecimento, por exemplo, foi Fernando Collor. Percebendo as denúncias da mídia em relação aos salários exorbitantes de servidores de seu estado, ele “correu atrás” e se tornou capa da Revista Veja como “O caçador de marajás”. Guardo até hoje esse exemplar da revista! Maestria em utilização dos veículos de comunicação, revertendo uma crítica em sucesso. Infelizmente, os propósitos de Collor não eram dignos do sofrido povo brasileiro. Se fossem, seria outra história.
Felizmente, por outro lado, existem pessoas que se ocupam em ler o jornal todos os dias, com olhos da alma. Seu motivo é fazer preces para as pessoas cujos nomes estão nas notícias. São religiosos de diferentes denominações: evangélicos, espíritas, católicos... Que bonito de se ver! Que exemplo pra se seguir! Será que algum leitor fez sua prece frente a alguma notícia?
Voltando a nosso assunto... Uma crítica é um degrau, pra quem sabe como subir. Serve para construir. E a melhor notícia pertence a quem faz melhor. Quem faz melhor substitui a prepotência pela humildade, a precipitação pela análise, o problema pelo projeto, o bate-boca pela ação.
Gostaria muito de ler, no Impacto ou no Campeão, que uma fábrica vai se instalar aqui e dar muitos empregos; que um Promotor de Justiça foi designado para Divino; que as ruas da cidade serão asfaltadas; que tudo aqui funciona às mil maravilhas. Entretanto, tenho certeza que ainda assim vão haver picuinhas.
O problema dessas picuinhas é que, enquanto a discórdia se instala, 20 mil divinenses ficam abandonados. Alguns com vergonha, outros sem esperanças, mas todos sonhando com dias melhores!
Aqui escrevi o que li no coração dos divinenses.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

VEREDICTO



Por minha culpa,
por meus desejos múltiplos em profusão,
razões de tantas faltas e falas
ainda dormem 
em seios soturnos.
A desordem e o caos, 
estão sacramentados
no brandir do gesto contra o outro...
Na sensibilidade animal vencendo o discurso...
E as relações se fazem em cadeia,
medo sucessivo, correntes e algemas,
caminhos a pés entrelaçados, tapetes, topetes.
Lembram misturas, velhas boticas, extratos 
sonhos e processos.
A primeira emoção assume-se: impessoal, contextual.
Culpa em substantivo e verbo.
Minha razão, pequena parte das fileiras,
ocupa aquela areia que cai lá na ampulheta,
seu tempo, espaço e fim. Fim.
Os elos delimitam minha extensão,
ditam meu repertório de possibilidades.
Dolorida privação
sem a peneira de privacidade.
Os gritos pesam-me as mãos.
E a máquina social funciona conforme o manual:
votado, testado, direcionado, conceitual.
Sendo Eros, Thanatos e Deimon.
Nutrindo e marcando a dor
Para daqui a...

domingo, 28 de novembro de 2010

A CHAVE

           

          Quando nos deparamos com as mazelas que compõem nossa cruel realidade, muitas vezes sonhamos com uma chave mágica, capaz de resolver tudo, de desligar o mal e acender o bem. Esta chave existe. Bem, o projeto desta chave está em execução: por diversos momentos, por variadas pessoas espalhadas mundo afora. E seu nome é respeito.
           Sua carência faz mal de modo generalizado: em nossas casas, em Divino, no Brasil, no mundo. Vemos todos os dias a falta de respeito ao esforço do cidadão que lutou, trabalhou duro e honrou o compromisso de seus impostos: dinheiro em roupa íntima, obras começadas e abandonadas, descaso com as instituições públicas, corrupção, omissão.
          Pior que isso, por ser mais profunda, é a falta de respeito à alma do indivíduo que nasceu negro, pobre, deficiente, gay; ou contra aquele que escolheu ser católico, evangélico, espírita, muçulmano... A humanidade e a religiosidade, que deveriam nos manter unidos, são as primeiras razões utilizadas para nos dividir!
           Verdade seja dita: não respeitamos, em parte porque não temos respeito nem o suficiente para nós mesmos! Isso mesmo! Também nós não nos respeitamos: glorificamos marcas, grifes e status de frivolidades, ao invés de privilegiar valores que não se deterioram. São valores colocados como “fora de moda”, porque vemos que a moda não comporta mais o amor, a amizade e a moral.
           Estamos sendo aos poucos escravizados pela cobiça, pela inveja, pela competição selvagem. E muitas vezes somos levados pela mídia a acreditar que tudo isso “é para o nosso bem”, estabelecendo uma ridícula inversão de valores. Por essa ótica, ladrão que tem dinheiro é “menos ladrão”, aceito e festejado nas rodas sociais; mulheres de conduta deplorável são convidada de honra em eventos do high. Nossos modelos são moldes deteriorados que oferecemos à posteridade.
           Assim, falta de respeito é a arma mais letal que já foi concebida na face da terra. Mata em guerras, mata em preconceitos, em depressões, em suicídios. E tornamo-nos assassinos. Mesmo inconscientes, não somos inocentes. Quando negamos uma palavra de conforto a alguém que nos procura, se essa pessoa cai em depressão, somos também responsáveis pela instalação da doença. Quando jogamos nosso lixo na rua e o entupimento de um bueiro lá adiante afoga uma criança, a culpa não é só do governo... Aprendemos e praticamos a irresponsabilidade. Ninguém mais é responsável por nada: a família não é mais responsável por amparar, nem o professor por ensinar, nem o aluno por aprender. Responsabilidade, que deveria ser orgulho, respeito a si e ao próximo, tornou-se uma “batata quente” que ninguém quer segurar.
           E ensinamos essa falta de respeito às novas gerações. Quando dizemos a nossos filhos que “comam tudo para ganhar a sobremesa”, somos duplamente eficientes: em estimular a gula, ao mesmo tempo em que ensinamos a chantagem. As mães orientais, nesse momento, falam a seus filhos do respeito que se deve às pessoas que plantaram, colheram, fabricaram o alimento... E nós sequer percebemos a bela lição!
          Felizmente, há pessoas que, feito formiguinhas, estão por aí praticando gentilezas, sorrindo, preocupando-se com o outro, levando luz e paz a contagotas. Mas, se pensarmos bem, a noite é mais bonita porque as estrelas se esforçam em conjunto para construir sua beleza.
A chave é construída com atenção aos detalhes, aos pequenos gestos. O respeito, para funcionar, deve entrar sorrateiramente em nossas vidas, para que ali se estabeleça de modo pleno.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DEUS




Entendo as pessoas de diferentes religiõess como sendo crianças nas diversas janelas de um prédio de apartamentos, observando um parque de diversões.
Cada uma delas afirma que o seu ponto de vista é o melhor... É o que me vem em mente quando penso no que Jesus disse: "Na casa de meu Pai há muitas moradas".
Um só Deus e tantas religiões!
Deus habita a maioria delas, todas onde Lhe é permitido entrar. Onde lhe é permitido "descer do ônibus". Aliás, uma guerra de cunho relifgioso já foi suspensa por causa de Pelé, que desceu do ônibus.
Infelizmente, quantas famílias entram em guerra... Quanto desamor é gerado...
Pessoalmente, não gosto da palavra religião. A etimologia da palavra pressupõe uma ideia de religação entre Deus e os homens. Ora, para se religar é preciso estar desligado! Não concordo. Não aceito a ideia de ter estado em algum momento desligada de meu Criador. Mesmo que os meus atos tenham sido os mais sórdidos, Ele não se desligou de mim.
E se a acepção etimológica for adotada para a análise, pior. Jesus exige que, antes de se ligar a Ele, é preciso estar em sintonia com meu próximo... Não existe, assim, uma verdadeira religião que exclua meu próximo.
Somos todos irmãos, tecidos no mesmo DNA da espiritualidade.
Sob qualquer denominação, o BEM é o código.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...